stigmas - pseudo poesia
livro virtual
do que me sei e sou...
Nome:
pseudo-eu

Idade:
eterno aos 21
Signo:
sou peixes sou cão sou homem...

SEMPRE BOM!:
se perder no espelho, ver a lua, sentir o vento sussurando um emudecer qualquer aos ouvidos, se mudar visual sem se perder essência, rir de si, sentar ao alto de uma falésia e morrer em poesias jogadas ao vento, sorrir, retribuir sorrisos, amar, amar muita gente ao mesmo tempo, beijar testa olhos e mãos, gente diferente, revoluções de pensamentos, morte e vida em prazer com que se gosta, não-preconceito, conversa de olhares, conversas de olhar, observar a vida, ser deus, comunicações alternativas,nudismo, musica com mensagem, programas diferentes, insanidade, poesia.

VERBOS!:
me permito
me sei
me sou
posso
ainda não sei
e vou!

nada de nada:
Preconceito, intolerancia, incompreenção, obscurantismo, amargura, presidente sanguinário, viver para trabalhar, não fazer o que gosta, se podar, se moldar pela sociedade, calçar pegadas tortas, não se ser...

NÃO VERBOS!:
não posso
tenho que
odeio

pos-mundo
cale">cale
poetica">Noia Z
o som da solidão


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Posts
Quinta-feira, Julho 29, 2004

..vem comigo na imobilidade suspensa do planar
morrendo ao frio e à liberdade do voar..,
vem, de testemunho de que fui ao céu
uma vez. chora tuas asas junto de nós no carrossel,
somos pássaros negros alimentados da desgraça
longe de sermos só letras sobre folhas de brancura escassa.
somos mais e sempre mais. sobrevivendo sem outra paz
sendo tanto do que se faz. somos nós o teu outro eu,
sabemos sermos todos teus. havemos de nos encontrar um dia
deixando existência vazia. caída frente aos rastros
pouco marcados em passos rasos e nada avançados do passado.
vem, que quero ler em mim o que se esperou, portanto e assim...
vem e apresenta pra mim, a freqüência plena do fim.


03de maio 2003
São Paulo - SP


senhor do pós-mundo, 20:08

O aroma da fumaça que vem do leite quente me faz bem,
me lembra outra vida, que no passado ainda é vivida
numa paz de paraíso de Bahia...


03de maio 2003
São Paulo - SP


senhor do pós-mundo, 20:08


Sábado, Julho 03, 2004

Deus;

..........uma mão virando ampulhetas.

..........olhos esperam que caia o ultimo grão,

........e vidas, a queda de ultima lágrima

.......................que afogue um ultimo lamento

.....................................e um ultimo sorriso...


........................................................05de setembro 2003
..........................................................São Paulo - SP.

senhor do pós-mundo, 11:26


Sexta-feira, Julho 02, 2004

É quando as palavras varam o tempo,
Que o tempo se desfaz em seu efeito...

26/03/03

efêmero...

senhor do pós-mundo, 00:05

ás vezes enquanto escrevo
eu me acredito a ponto de entrar no que criei
e de repente estou estático ouvindo o som ensurdecedor do silêncio...
um apitar contínuo... que não para, não aumenta e nem diminui....
e eu adoro estar fora dali mas tão próximo de mim...

19de fevereiro 2003
São Paulo - SP

senhor do pós-mundo, 00:05

arte, simplesmente arte!


há sexos que separam e palavras que tentam dizer,

há sexos que unem e o que diga todo tanto em silêncio,

há o inexprimível que habita cada dor e vive a arte alheia a definições


Glaucus Noia
20de março 2003
São Paulo - SP

senhor do pós-mundo, 00:05

também as pedras são livres

as pedras repletas de silêncio,
expostas à saudade.
ausentes ao movimento,
alheias ao pensar.

também as pedras são livres
e cada mão, e cada pedra...
as folhas em branco são puras,
as pedras são eternas...

e pesam as sombras e sua fria solidão

Glaucus Noia
13de março 2003
São Paulo - SP


do que expande a solidão e traz à liberdade


num precipício
que deságua;
aos pés e aos olhos
e ao amor e ao viver

todo silêncio fica maior
quando o passado abandona

toda dor dói mais
quando é o passado que fere

cobrar arrependimentos por passados
só traz dor a todos...

toda solidão é mais só
quando é triste o presente

toda escuridão se expande
diante da liberdade

tudo fica mais oco, mais mudo,
mais claro, mais profundo
na ausência da solidão

e só há um dom de liberdade
que se pode ouvir nas asas do amanhecer,
caído dos céus num farfalhar de gotas...


Glaucus Noia
12de março 2003
São Paulo - SP



senhor do pós-mundo, 00:02

nesse dia de desemprego
de ameaças de guerra
e de inícios e fins

há uma estagnação que me aflige
e um descanso que me pesa...


Glaucus Noia
24de fevereiro 2003
São Paulo - SP

senhor do pós-mundo, 00:02

Estar aqui é como sentir a alma do mundo
É como uma ligação com o divino com o eterno
é estar em contato com os primórdios naturais
com o presente estreito, mutante e incerto
e futuro, no quando do fim das dores do mundo
no fim e início de todo tudo que há e é
é estar em harmonia plena com o tudo, o todo
é ser sem estar e estar e ser sem saber
estar aqui é como estar nú em pé neste lugar sagrado e sublime
como se não houvessem mentiras a serem contadas
e se o eu fosse o símbolo da verdade
como se a verdade se espelhasse aqui refletindo tudo no nada do mar
do ar e nos sons da voz do amor com a brisa a planar
eu sinto como se aqui fosse onde tudo começou


Falézia da paz
Outeiro da brisas BA

senhor do pós-mundo, 00:02


Quinta-feira, Julho 01, 2004

A visão que nos divide

há uma janela que pesa à minha frente,
pequena, oca e quadrada com aspirações de ser amor
ela deságua nomes poucos à poesia,
reformando o mundo todo numa forma mais adequada

em que vive o pós-mundo
e respira sua solidão...

Glaucus Noia
Sábado março 15 ou16 2003


pureza liberta;
a poesia da guerra da vida

toma-se nas mãos as folhas em branco
libertando-as do bloco,
das formas, de tal universo hierárquico
de páginas em ordem, sem números...

toma-se pedras nas mãos
para manter-se assim, a pureza no presente,
na realidade
distante de ventos futuros, passados...

pedras pesam sobre as folhas
abrigadas no abraço frio que consola
sua dita ausência de poesia

toma-se no tempo um dia
em que todas pedras pesam outras folhas frias
cada qual toma sua pedra para lutar.

toma-se no vento a liberdade,
uma vez mais, as folhas a se perderem dos olhares
por brancura no voar...
adoecendo pálidas, às brisas, às ondas
para morrerem sobre o leito antigo-puro-par,
abraçadas no frio desfazendo textura, emendando purezas

no fim, senão por palavras;
só as folhas são livres
as pedras ferem inconscientes de si
e palavras, aprisionam, intensas e maleáveis ao (s)tom...


Glaucus Noia
12de março 2003
São Paulo - SP


senhor do pós-mundo, 23:58



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